

A água lava
lava o carro
A água suja
vira barro
enferruja
Água mata sede
joga o peixe
na rede
Vira lágrima
se a gente chora
E se faz calor
água evapora
Afoga a gente
refoga a comida
Na água
a gente joga polo
Água provoca erosão
no solo
Lava roupa lava luva
Cai do céu feito chuva
Forma rios
mares lagos
Provoca enchentes
estragos
A água nos dá alimentos
tormentos
e pode atá nos matar
Mas
se a água finda
também finda
a vida.


bebendo cachaça
o mendigo vai andando
Mata o frio se matando.
Te perdôo
Senhor Barak Obama, eu o desculpo...
Quero acreditar que Vossa Senhoria tentou ser gentil ao ao declarar em
alto e bom tom que o "presidentinho" do Brasil:
"É o CARA!"
Em suma, sua declaração tem um quê de verdade! Mas está incompleta:
Esse é o "cara" sim! O "cara " mais mentiroso, inconsequente e descarado
que já governou o meu país.
Esse é o "cara" meu amigo Barack, que governa em defesa dos ricos, e que
compra o voto dos miseráveis para perpetuar o seu partido no poder. E, por
conta disso manipula as pesquisas. O "cara" que finge nada saber e nada ver
quando são os seus asseclas os que cometem crimes e escândalos contra a
economia da pátria. E tenha a certeza prezado Obama...esses crimes e escândalos
não são poucos!
Já dizia a socióloga Maria Victória Benevides:
"O pior crime que um governante pode cometer, é tirar a esperança do povo."
E esse "cara" vem cometendo esse crime há dois mandatos.
Poderia eu dizer ainda que esse "cara" chutou para bem longe dele a tão
esperada ética e bom senso que deveriam reger a vida de um homem público!
Barak; parodiando aqui o próprio "cara":
"Nunca antes na história desse país"... se descobriu tanta corrupção, tanto
favorecimento ilícito, dólares nas cuecas, mensalão, máfia de sanguessugas,
desvio de verbas, trocas de favores por cargos públicos e tantas outras falcatruas,
que se eu fosse descrever todas, teríamos aqui um livro de terror!
Esclarecida essa sua colocação, meu caro Obama?
Esse "cara", é o "cara"! Mas está na cara, ele não é o "cara" que você imaginou!

Noite tranquila
Mariposas em torno
da lamparina.

O Que é Haicai?
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O haiku, traduzido para o português como haicai, é a forma de poesia mais tradicional da cultura japonesa. Autores ocidentais tendem a definir o haicai como um poema de 17 sílabas dispostas em três linhas de 5, 7 e 5 sílabas métricas. O haicai deve oferecer um momento de reflexão, de forma que cause no leitor, uma sensação de descoberta. Esse momento está para o haicai, assim como o satori está para o zen e o nirvana está para o budismo. O haicai também deve conter um kigo, palavra que se refere a uma das estações do ano, que indica quando foi escrito. O tema do haicai é principalmente observações de cenas que acontecem na natureza. À medida que o haicai ganhava a simpatia dos ocidentais, algumas de suas características foram sendo deixadas de lado, enquanto que outras foram sendo incorporadas à sua forma. Isto fez com que o haicai fosse moldado ao gosto de seu praticante, conforme as influências literárias de sua cultura.
Há muito mais para dizer sobre o haicai. Por que praticamos o haicai? Será que o número de sílabas realmente importa, ou as letras maiúsculas usadas no início de seus versos garantem maior fidelidade à forma? Qual a importância da pontuação em um haicai? Qual a relação entre haicai e zen? Por que é preferível não usar a personificação em um haicai? Quanto que podemos confiar nas traduções feitas sobre haicais? Tentaremos responder a essas questões nos textos seguintes, com base na literatura disponível.

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK...
O ovo
a ave
a uva
O pio
o pão
o pau
A chave
o Chevy
a chuva
O mel
a mão
o mal
O fio
o frio
a figa
O pé
o pó
a pá
A vida
a vela
a viga
O joio
a jóia
o já
A rã
a rosa
o rim
O tudo
o nada
o fim.

Autor: Bhall Marcos
Título: 3 dias
Técnica: Óleo sobre papel
Dimensão: 50 x 65 cm
Conheça mais da minha pintura em:
http://www.flickr.com/photos/9811863@N04/


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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...
Música?
À grosso modo o brasileiro não tem muita propensão em pensar à respeito do conteúdo das músicas que as gravadoras jogam no mercado. Por conta disso uns pseudo-cantores acomodam-se com o fato e lançam qualquer porcaria em seus CDs. Outros lançam CDs só com porcarias.
É possível notar isso, se pararmos para ouvir as aberrações que fazem sucesso nas paradas musicais país afora.
Em todos as épocas houve cantores que destoavam, lançando músicas de gosto duvidoso. Mas ultimamente a quantidade está exagerada. Na minha concepção a derrocada da música brasileira iniciou quando apareceu nas rádios a esquisita, apelativa e dúbia: “Cerol na mão”. A partir daí, liberou geral !
Também indago-me! O que seria do ridículo ritmo denominado “Axé Music” se não fosse o corpo humano?
Alguns membros do nosso corpo se destacam nas péssimas criações do ritmo. Por exemplo: “Balança a bundinha.” , “Levante os braços.” , “Mexa as escadeiras.” , “Bata palminha.”...e por aí vai.
Em suma, nesse malfadado ritmo, os cantores utilizam quase todas as partes do corpo humano. Só não usam a parte que mais deveriam; o cérebro.
Sem contar a música sertaneja atual...Como houve decadência nesse gênero musical! Esse tal de sertanejo universitário . Qualquer um acha que pode cantar isso, basta criar um refrão repetitivo e enjoativo e ter dinheiro para bancar um CD. Criam uma infinidade de músicas do gênero por mês, e geralmente o tema da música norteia-se em três situações: Ou o cara tem um amor platônico, ou é um cachaceiro obcessivo, ou é corno!
Mas o que me deixa deveras abismado é ver que as futuras cabeças pensantes dessa pátria, os universitários, são os que mais consomem esse tipo de (sic) música.
Acredito eu que; assim como há os censores que controlam o modo de educação que um pai dá a seu filho, deveria existir uma austera censura à um outro estilo musical reprovável! O Funk.
Mormente esse estilo musical tem como lema fazer apologia ao crime, à violência, às drogas e outros ilícitos.
Até quando estaremos fadados a acompanhar essa involução da nossa música?
Meu Deus...Que saudade dos Menudos cantando em portunhol !
Comparado com o momento atual, aquilo sim, é que era música!

Matisse - Música
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